O estafe de Ganso adiou o desfecho da negociação pela renovação do contrato de Paulo Henrique Ganso. O irmão e empresário do jogador, Papito Lima, cancelou a reunião previamente marcada para a última segunda e pediu um novo encontro para a semana que vem.“Para essa semana não iria acontecer nada. O Santos tem um jogo importante e não é oportuno falar em negociação em momentos assim. Temos uma reunião marcada para a próxima segunda-feira. O Santos sabe o que nós queremos e pode ser que se defina a situação do Ganso”, disse Thiago Ferro, diretor do grupo DIS, que detém 45% dos direitos econômicos do meia, ao Lance!.
O jogo em questão acontecerá no Chile, contra o Colo-Colo, e é considerado decisivo para o Santos na Copa Libertadores. O time alvinegro ocupa a terceira colocação do grupo 5 com 2 pontos, contra 3 do Colo-Colo e 5 do Cerro Porteño, que lidera.
A maior exigência de Ganso e seus empresários é a redução da multa rescisória do camisa 10 santista, que atualmente é de R$ 59,4 milhões para clubes brasileiros e 50 milhões de euros (R$ 116 milhões) para o exterior. O meia considera que o valor é inibidor e pode tornar-se um empecilho para uma possível saída da Vila Belmiro no meio do ano.
O Santos, que não tem interesse em vender o atleta, não está disposto a reduzir o valor para cerca de 30 milhões de euros (R$ 70 milhões), como quer Ganso. Mesmo assim, Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, presidente do clube, demonstra confiança em um acerto.
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