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| | Tardelli não esconde o amor pelo Atlético/MG |
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Diego Tardelli ainda tem poucas horas em Belo Horizonte nesta terça-feira, dia 15 de março, antes de retornar à Rússia em definitivo para vestir a camisa do novo clube, o Anzhi. Mas antes mesmo de embarcar para a Europa, o atacante já pensa na volta a Minas Gerais, e já até sonha com esta data. Depois de dois anos e dois meses defendendo o Atlético/MG, Tardelli quer ser recebido pela massa no aeroporto quando se encerrar o contrato de quatro anos que assinou com o Anzhi.
Depois de chamar a atenção quando vestiu a camisa do São Paulo e do Flamengo, Diego Tardelli chegou ao Atlético/MG para viver o seu melhor momento na carreira, conquistando a titularidade que não alcançou nos outros clubes. Em 2009, o atacante se tornou o maior artilheiro do Brasil, com 42 gols.
“Acho que deu quase tudo certo nessa minha primeira passagem pelo Atlético. Houve uma identificação muito grande de ambas as partes, o que contribuiu para o bom desempenho. Para me tornar mesmo um grande ídolo do clube, faltou um título grande, levá-lo de volta a uma Libertadores. Quero voltar um dia e ter a recepção que o Diego Souza teve, que o Obina teve. Acho que o que fiz me credencia a isso”, afirmou o jogador nessa última segunda-feira, dia 14, em entrevista exclusiva ao Estado de Minas.
Mesmo depois de já estrear pelo novo clube, Diego Tardelli retornou a Belo Horizonte para buscar parte da mudança e também participar da inauguração da loja de artigos de luxo para criança de que sua mulher é sócia. À tarde, nesta terça, o jogador viaja para São Paulo, de onde seguirá para a Turquia, local da pré-temporada do Anzhi. A informação é de que ele receberá 10 milhões de euros (cerca de R$ 23,2 milhões) pelas quatro temporadas.
Apesar do frio russo, a boa notícia para Tardelli é que ele não precisará morar em Makhachkala, já que, desde que o bilionário Suleyman Kerimov cumprou o clube, o time passou a treinar na metrópole Moscou, viajando para a sede apenas para disputar os jogos do Campeonato Nacional.
“Quando cheguei lá, pensei duas vezes antes de assinar o contrato. Não tinha certeza de que desejava sair do Atlético, sabia que iria sentir muita falta do carinho da torcida. Além disso, não queria morar em Makhachkala. Mas pesou a questão financeira, vou recebeu um dinheiro para resolver a vida. E morando em Moscou fica bem mais fácil a adaptação. É uma cidade que tem tudo, restaurantes bons, mercados com produtos do mundo todo”, observou Tardelli.
E para ajudar ainda mais na adaptação, Tardelli terá como companheiros três brasileiros: o lateral-esquerdo Roberto Carlos, o volante Jucilei e o zagueiro João Carlos. E em Moscou já mora o volante Ibson, amigo dos tempos de Flamengo, hoje no Spartak.
“O projeto do Anzhi é muito bom e os investimentos feitos em contratações mostram isso. O clube quer chegar à Liga dos Campeões. Não tem tanta tradição, mas ficou conhecido mundialmente com a contratação do Roberto Carlos. Pelo pouco que vi, acho que vou me dar bem no futebol russo”
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